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Postada por: Jr Lopes dia 31/08/2009
IBGE aponta que produção industrial subiu 2,2% em julho
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Segundo o IBGE, o desempenho foi puxado pelo setor máquinas e equipamentos (Foto: Divulgação)


A produção industrial brasileira teve alta de 2,2% em julho, frente a junho, a sétima expansão mensal, segundo divulgou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta segunda-feira. Na comparação com julho do ano passado, a produção teve queda de 9,9%.


O desempenho de julho representou uma aceleração no ritmo de alta da produção industrial, já que em junho, frente a maio, a expansão havia sido de 0,2%.


Nos sete primeiros meses do ano, a produção da indústria brasileira recuou 12,8% frente a igual período de 2008. No mês de julho, 23 dos 27 segmentos da indústria pesquisados registraram expansão na produção frente a junho.


Segundo o IBGE, o desempenho foi puxado pelo setor máquinas e equipamentos (8,9% de alta em julho, frente a junho), que após forte ajuste na produção, no fim do ano passado, acumulou ganho de 11,6% entre abril e julho.


O setor de metalurgia básica também teve aumento forte, de 4,5%. Este é o quarto mês consecutivo de alta do setor, que em julho retomou a operação de alguns altos-fornos.


O IBGE destacou na divulgação que o resultado de julho confirmou a trajetória ascendente da média móvel trimestral (a média da produção pelo período de três meses), que dá uma noção melhor da tendência do indicador.


"O comportamento positivo da atividade industrial, em julho, confirmou a trajetória ascendente do índice de média móvel trimestral nos últimos cinco meses. Na indústria geral, o acréscimo observado neste indicador, entre junho e julho, foi de 1,3%, acelerando o ritmo frente ao mês anterior (1,0%)", apontou o documento do IBGE.


Na comparação com julho de 2008, 23 dos 27 setores da indústria pesquisados registraram queda na produção. O setor automotivo foi o que registrou a maior queda, de 21,5%, seguido por máquinas e equipamentos (-20,2%), metalurgia básica (-19,2%), material eletrônico e equipamentos de comunicações (-28,1%), máquinas, aparelhos e materiais elétricos (-25,4%), produtos de metal (-20,0%) e indústrias extrativas (-10,1%).


Fonte: IBGE







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